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Blog do administrador da comunidade Portugal-a-Programar

Versão Linux do Nepal ‘NepaLinux’ lançada

Com o número de utilizadores a crescer no país, Madan Puraskar Pustakalaya lançou o sistema operativo open-source NepaLinux, de modo a facilitar os problemas que as pessoas do Nepal têm com a língua inglesa. Com o lançamento deste sistema operativo, os habitantes do Nepal que utilizam software pirata podem começar a usar software do Nepal totalmente gratuito. Têm é de fazer o download e instalar a imagem do SO num CD.

O software já inclui programas como o Gaim,GIMp,Mozilla Suite, GnomeBaker CD/DVD Burning Utility, visualizadores de imagem, Jogos entre outros. O kernel do SO é a versão 2.6.12 e trás por defeito o GNOME 2.10 como ambiente de trabalho. A principal novidade do NepaLinux é o dicionário NepaLinux, com um SpellChecker e um GrammarChecker incluídos.

Na minha opinião, o NepaLinux é mais um passo no desenvolvimento tecnológico dos povos menos desenvolvidos. Apesar de muitos dos utilizadores do software não terem formação para lidar com este tipo de tecnologias, eu julgo que o facto de países como o Nepal adoptarem utilitários open-source como os principais é uma mais-valia para o país, visto que o utilizador vai poupar dinheiro. Mesmo sendo um país onde ainda se morre á fome e onde as condições económicas são influenciadas pelas condições climatéricas (lembro que o Nepal situa-se num local um pouco inóspito do planeta), optar pelo software código-aberto em função do software Windows é um primeiro passo para o desenvolvimento tecnológico do país.

Se todos os países com piores condições económicas e de fraca formação criassem uma distribuição Linux em prol de um SO Windows, o desenvolvimento tecnológico seria mais rápido e os utilizadores aprenderiam mais depressa sobre as novas tecnologias e consequentemente sobre outras culturas, outras línguas.

Não creio que a solução para os problemas políticos e económicos destes países seja a adopção de sistemas operativos código-aberto, mas, se ligarmos as coisas, conseguimos ver que pode haver relação entre a formação tecnológica e a situação económica e política de um país.

Seja como for, é de louvar este tipo de iniciativas e, neste aspecto, o governo do Nepal assim como os programadores do NepaLinux estão de parabéns…

December 24, 2005 Posted by deathseeker25 | Linux | | No Comments Yet

Bíblia USB

Já não fazia um post aqui no blog há uns dias. Não por falta de tema ou de ideias para escrever (isso existem sempre muitas), mas sim por falta de tempo e, diga-se de passagem, demasiada dedicação ao Linux. Mas encontrei uma notícia um tanto ou quanto estranha, que me deixou com uma vontade insaciável de escrever.

Trata-se da Bíblia, a sagrada colecção de livros integrada numa só capa, na sua versão USB. Inclusivé já a podemos encomendar online. Este dispositivo USB é tambem um chaveiro, cujo lema poderia muito bem ser “A Bíblia no seu PC, a chave para a re-descoberta da religião que tanto ouviu falar na sua versão hi-tech.” mas tal não aconteceu, talvez porque seria um lema demasiado extenso e retiraria o sentido apelativo ao cartaz publicitário.

O gadget custa 30 dólares e pode ser incorporado em qualquer computador com Windows XP. Seria de facto uma boa iniciativa, uma boa aposta por parte dos seus criadores caso existisse a possibilidade de utilizadores de MAC OSX, Linux ou Windows 98 conseguirem correr o dispositivo USB. Acho incompreensível limitar a ‘Bible pendrive’ a um unico SO.

Se fizermos uma comparação histórica, ligamos o Linux, MAC OSX e Windows 98 aos hereges, ou aos povos sem acesso á palavra da salvação. O Linux é uma facção dos hereges: revoluciona o conceito de SO para o utilizador casual, facilita a aprendizagem do programador, abre horizontes para novos programas, novos métodos e novas tecnologias. Talvez seja por isso que a Bíblia USB exclua estes SOs, considerados alternativos. Esquecem-se que os alternativos levam esse nome até ao dia em que derrotam os principais. E aí sim, veremos uma Bíblia USB que não exclua nenhum SO, ou que exclua o software-mestre da Microsoft.

Bíblia USB

December 24, 2005 Posted by deathseeker25 | Informática Geral | | 1 Comment

MIT encontra fabricante para portatil a 100$

A MIT anunciou hoje que escolheu a Taiwan’s Quanta, a maior fabricante mundial de portateis, para produzir o seu portatil de ultra baixo custo, desenvolvido por Nicholas Negroponte, presidente da Massachusetts Institute of Technology’s Media Lab. O portatil desenhado para ser vendido a $100 cada, ao governo de nações em desenvolvimento, está a ser usado em parte na iniciativa “Negroponte’s One Laptop Per Child”. Debaixo de acordo, a Quanta irá usar os seus recursos para desenvolver o portatil para a primeira metade do próximo ano, trabalhando ao mesmo tempo numa versão para ser comercializada.

Tal como diz a notícia retirada do portal Infortech United, a MIT (Massachussets Institute of Technology) decidiu que a Quanta Technologies é a empresa ideal para conceber o portátil a $100, destinado aos países em desenvolvimento. Para quem não sabe, a Quanta é uma empresa do Taiwan que fabrica e desenha peças para grandes empresas como a HP, Dell, entre outras. Na verdade, a Quanta e o MIT fecharam um acordo avaliado em 20 milhões de dólares com prazo contractual de 5 anos. Isto demonstra, de certo modo, a necessidade de dar oportunidade “igual” a pessoas que não tem acesso a essas oportunidades. A Quanta tentará ter o serviço acabado no quarto semestre de 2006, segundo fontes da news.com. As máquinas vão correr Linux e necessitarão de pouca energia para se ligarem, alem de poderem aceder á Internet por uma ligação, diga-se, com restrições.

As primeiras 5 a 15 millhões de unidades terão como destino países como a China. Brasil, India, Argentina, Egipto, Nigéria e Tailândia. O projecto conta tambem com patrocinadores de peso: AMD, Google, Brighstar, News Corp, Nortel e Red Hat. Enquanto uns apoiam a iniciativa, outros dizem que esta não irá ter sucesso. A Intel, por exemplo, através do seu “chairman” Craig Barrett afirma que os consumidores desses mercados em evolução pretendem computadores com as funções naturais a tal máquina. Greg Barrett afirma notoriamente que o projecto não irá correr bem. A própria História tem mostrado que “da” PCs aos pobres não é nada fácil. O projecto brasileiro “Computadores para todos”, promovida pelo presidente Lula da Silva foi um fracasso: questões políticas que nada tinham a ver com a evolução do projecto, problemas em relação ao hardware e um preço não acessível a todos os brasileiros foram algumas das causas que levaram a que este projecto não tivesse saído da secretária. Outro projecto como o Simputer tambem fracassou, desta vez na Índia.

Apesar destes fracassos, eu penso que a iniciativa de informatizar todo o país sub-desenvolvido é algo a tomar como caminho a seguir no mundo da informática, principalmente porque será uma motivação á programação, utilização e propaganda do software código-aberto. Alem de que poderá ser uma óptima prenda de Natal para muitas crianças que não tenham acesso ao mundo informático, mas isto só será possível daqui a um ano, penso eu.

Não é só em países como o Brasil, China ou Tailândia que existem crianças que sofrem desta carência de informatização: o fenómeno encontra-se tambem em Portugal. Talvez por não haver abertura de espírito suficiente ou vontade de investir na educação tecnológica dos filhos ou até mesmo por questões económicas, muitas crianças portuguesas não tem acesso regular á Internet, nem sequer a educação adequada nesse ramo.

Eu costumo frequentar uma loja de informática que ao mesmo tempo é uma sala e jogos em LAN (estilo cybercafe), localizada aqui na minha terra. Não vivo num meio propriamente ultra-civilizado: 15% dos habitantes da minha vila são lavradores e 30% desses habitantes são descendentes directos desses lavradores. As grandes famílias aqui da terra são famílias de lavradores. Existem tambem muitos descendentes de pescadores, miúdos que actualmente vivem em bairros cá na vila, sem acesso a algumas das coisas básicas de uma família. Ora, nessa loja que frequento para dar uns tirinhos no CS, encontro-me frente-a-frente com algumas das realidades duras do sub-desenvolvimento tecnológico: miúdos que não sabem ligar pcs, que pensam que dando uma paulada resolvem um problema, miúdos que nunca ouviram falar em soluções código-aberto ou em Linux. Acontece que esses miúdos precisavam de formação tecnológica, fora da escola que tanto odeiam, convivendo com miúdos da mesma idade, de formação superior. É um facto que não podemos ignorar.

E depois de dar essa formação, aí sim, poderíamos vender portáteis destes e desenvolver uma sociedade tecnológicamente mais equilibrada. Pois, no futuro, continuarão a existir aqueles que sabem muito e aqueles que nunca ouviram falar e pensam que sabem muito, limitando-se á sua ignorancia. Mas o maior deste problemas é que este fenómeno social da ignorância é quase hereditário, salvo raras excepções. Pais passam ignorância para filhos, que passam ignorância para netos. E continuaremos a ser portugueses, no fundo da escória da União Europeia….mas isso já é outra história…

December 15, 2005 Posted by deathseeker25 | Informática Geral | | 4 Comments

Microsoft adopta icon RSS do Firefox

Numa das minhas leituras diárias de notícias que vão chegando ao e-mail, gostei bastante desta notícia, cujo conteúdo me fez sorrir:

De acordo com um anuncio feito no blog oficial da equipa RSS da Microsoft, esta, irá adoptar o icon de RSS do Firefox para uso no Internet Explorer 7. Aqui fica o anuncio oficial:

“Estou contente por anunciar que estamos a adoptar o icon de RSS usado no Firefox. John e Chris foram bastante entusiasticos, em nos terem permitido a utilização do seu icon de RSS. Esta não é a primeira vez que estamos a trabalhar em conjunto com a equipa Mozilla para discutir ideias sobre o Internet Explorer e o Firefox, e concerteza que não será a última.

Vamos usar o icon na barra de comandos do Internet Explorer sempre que uma página estiver associada com RSS Feeds, e vamos também usa-lo em outros sitios no browser, ou seja, sempre que for preciso representar visualmente RSS Feeds.

Mais uma vez, obrigado à equipa Mozilla por nos ter disponibilizado o icon, e nos ter ajudado a escolher a melhor opção para todos os utilizadores do browser.”

Isto é no mínimo irrisório para quem vê as coisas da forma mais competitiva. Nuna na minha cabeça passou a ideia de haver uma espécie de aliança entres browsers de diferentes empresas, com atitudes diferentes perante o mercado, com políticas diferentes em relação á informática. A Microsoft, com o IE6, destruía toda a concorrência ao Netscape, isto a partir de 1997, salvo erro. Para quem não sabe a Netscape é o que actualmente se chama Mozilla Software. Ainda se chama Netscape, por algumas vezes, á Mozilla.

Foi uma atitude nobre por parte da Mozilla: ceder o seu icon de RSS feeds ao gigante do software, provando assim que a Microsoft começa a ficar dependente de certas criações do mercado. No meu entender, a Microsoft poderia muito bem ter proposto uma nova imagem para os RSS Feeds e lutar por essa imagem com a sua influência, destronando mais cedo ou mais tarde a companhia rival, confundindo qualquer novo “user” na área da informática relativamente á verdadeira origem dos RSS Feeds.

Acontece que tal não aconteceu e que já vivi para ver a Microsoft ceder perante criações da Mozilla. Para não falar no IE7 BETA, que mais parecia o Mozilla Firefox com muito mais falhas e de skin azul….

Para quem vê isto como uma jogada de marketing da Mozilla, isto poder parecer, de facto, uma boa opção a tomar em relação á conquista de mais pontos na consideração do utilizador comum: “Se a Microsoft cede ás criações da Mozilla, porque não hei-de eu ceder?” Assim sendo, pode julgar-se esta como uma boa jogada da Mozilla-Netscape. Falta saber até que ponto (como é referido na notícia) serão as negociações entre a Microsoft e a Mozilla.

A nível pessoal, considero isto uma vitória para uma das empresas que mais admiro, tanto pelo trabalho que tem efectuado no mercado do open-source como tambem por ser das maiores rivais da Microsoft no que toca a browser e leitor de e-mail (Thunderbird vs. Outlook).

Espero que esta seja a primeira batalha vencida no meio desta longa guerra do software. E eu continuarei a ser um soldado do open-source….

December 15, 2005 Posted by deathseeker25 | Informática Geral | | No Comments Yet

G2G Share – censura “Googleana”

Estava uns artigos do famoso site Newsforge quando reparei numa notícia que me interessou. A notícia falava de um programa de nome G2G Share que tinha a função de criar pastas de partilha (estilo P2P -Peer to Peer), onde os ficheiros ficavam alojados nas contas Gmail dos utilizadores e os links para os downloads eram publicados no website do G2G Share. Qualquer pessoa que acedesse ao site podia fazer download dos ficheiros. O programa era baseado num script PHP e contava já com mais de 7 mil utilizadores e com 127 Gb e partilha.

“Se alguem quiser fazer download de um ficheiro na sua conta, os sistema liga-se e envia um e-mail com o ficheiro”, dizia Robbie Groenewoudt, o criador deo G2G Share com apenas 17 anos de idade.”Todos os processos são realizados pelo sistema, sendo que não existe grande possibilidade de aceder a passwords.” As labels do Gmail serviam de alojamento e listagem dos ficheiros e os donos das contas Gmail poderiam decidit quais os ficheiros que deviam partilhar e quais os que deviam permanecer não-partilhados.

Groenewoudt afirmava ter acesso á  base de dados onde estavam guardadas as passwords: “Eu escrevi o algoritmo de encriptação. Os utilizadores têm de confiar em mim. Para que necessitaria eu das passwords das contas deles? Para que necessitaria eu de ter acesso ás suas contas?”. Groenewoudt recomendava que os utilizadores abrissem uma conta Gmail precisamente para o alojamento de ficheiros.

Acontece que o site foi abaixo, devido á intervenção do Google. As justificações são óbvias: o site do G2G Share infringe as regras internas do Google, no que toca a segurança do utilizador, assim como de possíveis problemas com empresas criadoras dos ficheiros partilhados.

Deste modo, temos aqui a primeira censura “Googleana”. Mas o Google não fecha as portas a novos projectos de programadores que estejam interessados em contribuir para a comunidade Google Hacks, desde que não infrinjam as regras do Google.

December 13, 2005 Posted by deathseeker25 | Informática Geral | | No Comments Yet

Bases de programação – Distinção entre linguagens de alto nível e linguagens de baixo nível

Hoje falaremos de um aspecto que tantas duvidas causa a novos programadores: disntiguir linguagens de programação através da designação alto nível-baixo nível. Mas antes de passarmos á distinção, faremos uma pequena abordagem sobre arquitectura de pcs, no que toca á percepção por parte da máquina das instruções dadas pelo programador.

Para que um computador produza resultados úteis é necessário indicar as ordens a que ele deve obedecer. Essas ordens serão uma série de instruções binárias – as únicas instruções que o computador entende, tambem designadas por código máquina. Apesar de ser possível escrever um programa completo através de código máquina, dar ordens em numeros binários é fastidioso, lento e sujeito a erros, devido á uniformidade do código. Para substituir essa notação, criaram-se linguagens de programação de baixo e alto nível, consoante estejam mais próximas do código máquina ou da linguagem humana, respectivamente. É nessas linguagens que são escritos os programas com que os computadores funcionam e que se designam por programas fonte. Assim, uma linguagem de programação é constituída por um conjunto de palavras (ou símbolos) que, colocados segundo determinadas regras, significam operações a realizar pelo computador – programa fonte.

As linguagens de programação têm, portanto, como função descrever todas as operações a serem efectuadas por um computador, necessárias a resolver um determinado problema. Desta forma, uma linguagem de programação deve apresentar facilidades como um vocabulário limitado, regras gramaticais simples, ser clara e concisa e de aprendizagem simples.

Como exemplos de linguagens de baixo nível temos as linguagens Assembly e as linguagens máquina. As linguagens de baixo nível apresentam um vocabulário elementar, um processamento e execução rápidos, formulação de problemas extremamente complicada e sujeita a erros. Por outro lado, as linguagens de alto nível tem um vocabulário adequado à expressão de complexidade, processamento e execução morosa e facilitam a tarefa do programador. Como exemplos temos o BASIC, Fortran, Cobol, C, Pascal, Java, etc

Actualmente programa-se com linguagens de alto nível, como o Pascal ou C, a não ser que a velocidade de execução seja crítica. O Pascal é uma das mais utilizadas, não apenas devido ao seu poder intrínseco mas tambem devido a ser particularmente adequada ao ensino dos conceitos básicos da programação estruturada., como já referi no post anterior.
O artigo de amanhã será acerca da preparação e execução de um programa e darei exemplos na linguagem Pascal, que pretendo transmitir ao programador. Até lá, boas programações…

December 13, 2005 Posted by deathseeker25 | Programação | | No Comments Yet

Bases da programação – Algoritmia

Estava a pensar o que devia apresentar hoje ao meu estimado publico, quando encontrei o tutorial que tinha realizado para a comunidade Portugal-a-Programar sobre a Introdução á programação, baseando-me na linguagem Pascal, uma linguagem simples de aprender e de programar.

Pascal é uma linguagem simples de aprender. Costuma ser leccionada em muitos cursos tecnico-profissionais e mesmo em universidades como linguagem introdutória á disciplina de programação. Diga-se que num mês, com estudo regular, um programador fica a dominar a linguagem. É uma linguagem que faz com que o programador comece a entrar na lógica da programação e que comece a pensar como o programador que efectivamente é. E, por isso, recomendo a aprendizagem desta linguagem como sendo uma primeira abordagem ao vastíssimo mundo da programação.

Vamos então começar a definir como deve ser formada a estrutura de um programa. Tentarei não falar em linguagem demasiado técnica e fazer abordagens leves aos conteúdos, de forma a que o leitor possa perceber a mensagem que tento transmitir.

A estrutura de um programa pode ser concebida de forma a que se divida em 4 partes: análise do enunciado do problema, desenvolvimento do algortimo, codificação na linguagem de programação que se vai utilizar e execução e testes. Na parte da análise do problema temos tambem 3 fases distintas integradas: dados de entrada, dados de saída e relações de transformação. Os dados de entrada são dados que é necessário fornecer para poderem ser calculados os dados de saída; os dados de saída são os dados a obter; as relações de transformação são as relações matemáticas ou de outra qualquer espécie que permitem transformar os dados de entrada nos dados de saída.

Para resolvermos problemas de programação utilizamos algoritmos
Mas o que é afinal um algoritmo?

Um algoritmo é, nada mais nada menos, do que a sequencia de passos a utilizar de modo a que possamos chegar á solução para um determinado tipo de problema.
A utilização de algoritmos apenas visa tornar mais fácil a programação, visto que, ao elaborarmos um algoritmo, subdividimos o problema sistematicamente em partes mais pequenas e menos complexas chegando a um ponto em que compreendemos claramente cada uma das partes.

Exemplo: Imaginem que querem elaborar um programa que abra uma porta (quando digo porta é mesmo uma porta normal, com o seu significado do quotidiano, e não uma porta numa ligação…). Elaboremos,então o algoritmo que fará com que se abra uma porta:

1- Verificamos de a porta já está aberta.

1.1- Se já estiver passamos ao final do programa.

1.2. Se não estiver:

1.2.1. Aproximamo-nos da porta.

1.2.2. Colocamos a mão no manípulo para abrir a porta.

1.2.3. Rodamos até sentirmos que a porta se abriu.

1.2.4. Puxamos a porta.

1.3 Terminamos o programa
Isto é um algoritmo que visa abrir uma porta. Claro que para abrirmos uma porta na vida quotidiana não precisamos de pensar em todos este passos, visto que já temos ideias sistematizadas nas “bibliotecas da mente”

E assim termina a lição sobre a algoritmia. Espero que tenham compreendido. Qualquer duvida mandem para o e-mail ou postem como comentário.

E-mail: lavra_kid25(at)hotmail.com

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December 12, 2005 Posted by deathseeker25 | Programação | | No Comments Yet

Blog aberto a partir de hoje

Estava a fazer uma pesquisa acerca de bibliotecas gráficas em C, quando vi um link que direcionava para um site com um nome engraçado. Decidi clicar e fui redirecionado para um blog, precisamente aqui no WordPress. Então aí pensei em criar um. “Como administrador de uma comunidade, tenho fortes probabilidades de fazer com que leiam o que escrevo”, pensei.

E assim criei este blog, não com o intuito de o deixar por aqui abandonado, mas sim com o objectivo de ir colocando aqui as minhas ideias, as minhas descobertas, os meus projectos. Não será um blog direcionado para um publico geral, nem será daquelas blogs onde os meus colegas de turma vão, quase que obrigados, comentar. O tema será a informática, onde a programação terá grande destaque. Não me considero um grande programador até ao momento. Seria arrogância e ignorância pensar desse modo. A minha experiência na área resume-se a 5 meses de trabalho, e mais um par que foram destinados à minha introdução nessa área.

Comecei no Pascal, depois passei para a aprendizagem de C, e actualmente estou a aprender Python, PHP e MySQL e vou dando umas leituras no C# (‘C Sharp’ e não ‘C cardinal’ como muitos jovens programadores costumam dizer). Pelo meio, criei uma comunidade de programadores que vai crescendo dia-a-dia. Mas disso falarei mais tarde, noutro post e todos os leitores terão oportunidade de ler um pouco acerca das minhas ideias em relação a essa comunidade, das minhas intenções, daquilo que sonho aperfeiçoar.

Bem, e cá fica esta pequena introdução do redactor deste blog, que amanhã tem um teste de Filosofia e daqui a uma hora um jogo de hóquei importante…Mas isso já são outros temas…

December 11, 2005 Posted by deathseeker25 | Sobre deathseeker25 | | No Comments Yet