Depois do wiki, o que se segue?
Após ter sido lançado o Wiki oficial da comunidade Portugal-a-Programar, deram-se, no seio de discussão de todo o staff, algumas discussões sobre que caminhos trilhar nos meses que se seguem. As propostas apresentadas, variaram entre agregadores de blogs, sistema de ensino online, remodelação completa do antigo Centro de Downloads, Video Content Management do P@P (um sistema que agregará vídeos sobre informática em geral, nomeadamente programação), entre outras ideias.
A verdade é que a discussão arrasta-se até aos momentos correntes e portanto tem-se revelado difícil chegar a um consenso. Pretendo, com este post, colocar aqui todas as vantagens/desvantagens na elaboração de cada um destes projectos.
Agregador de blogs P@P
Vantagens:
- permitiria aos utilizadores adicionar os seus posts ao agregador, de modo a que estes pudessem ser comentados e discutidos por todos os outros membros;
- abriria a hipótese de criarmos um agregador de notícias, do género digg.com, de modo a promover a própria comunidade;
Desvantagens:
- projecto relativamente fácil de realizar e que se poderia revelar um insucesso com alguma facilidade;
projecto pouco inovador e que, durante as discussões, salvo raro excepção, revelou ser de pouco interesse para a maioria dos membros do staff da comunidade.
Sistema de Ensino Online – Moodle
O projecto Moodle era para ser o próximo projecto da comunidade. No entanto, devido ao facto de vários membros do staff não poderem participar na fase inicial pelo menos por agora, adiou-se o projecto e decidimos realizar qualquer outro. Foi por isso que começou a discussão sobre em que projecto dedicarmos as nossas forças nos próximos tempos.
Remodelação completa do antigo Centro de Downloads
Vantagens:
- criação de uma espécie de SourceForge, mas orientado para projectos nacionais, de membros da comunidade, numa primeira fase. As fases seguintes dependeriam do nível de sucesso desta primeira fase;
- os utilizadores poderiam não só administrar os seus projectos online com um CMS administrador de projectos comum, como também poderiam inclusivé escrever o seu código online e guardá-lo em servidores do P@P. Haveria ainda a possibilidade de terem um subdomínio do género subdominio.portugal-a-programar.org, de modo a promover a colocação de projectos neste CMS escrito pelo staff do P@P. Existiriam outras possibilidades, como um sistema de controlo de versões, um navegador de código, entre outros que só fariam com que o projecto fosse riquíssimo em termos de objectivos e futuro.
- este projecto resolveria, a meu ver, uma boa maioria dos problemas existentes actualmente na organização da comunidade, na medida em que seriam dadas todas as condições e mais algumas aos utilizadores que se quisessem envolver em projectos, começar um novo, juntar-se aos já existentes, comentá-los, tirar dúvidas, ajudar no desenvolvimento, aprender com o código online, etc. Seria, na minha opinião, um maná para a comunidade.
Desvantagens:
- projecto que envolveria muito tempo e de uma dificuldade de realização algo avançada. O tempo é algo que não abunda para o staff do P@P, dado que não estamos em período de férias e que as aulas e o trabalho são a principal prioridade para cada um dos membros da moderação.
Video Content Management do P@P ou P@P Multimédia
Vantagens:
- criação de um ponto nacional que agregava os vídeos referentes a diversas matérias relacionadas com informática, como a programação, segurança, hacking, notícias, demonstração de novidades, etc;
- os utilizadores do P@P poderiam lá colocar os seus vídeo-tutoriais de modo a que pudessem ser vistos pela comunidade em geral;
- primeiro projecto nacional deste género;
Desvantagens:
- vídeos teriam de ficar alojados no Youtube, dado que não existe a possibilidade de comprarmos um servidor para alojar todos os vídeos (há, primeiro, que avaliar as potencialidades da plataforma. Se realmente se demonstrar necessário comprar um servidor, então o staff do P@P dá um jeito em termos financeiros.)
- dificuldade em promover a criação de vídeo-tutoriais por parte dos utilizadores. Só com a contribuição da comunidade é que esta plataforma se tornaria realmente rica em conteúdo. E, para tal, seria necessário que todos os membros tivessem disponibilidade e paciência para criar vídeo-tutoriais.
Enfim, encontramo-nos perante uma discussão que parece ter ainda muito para dar, no entanto achei por bem actualizar o meu blog pessoal com esta informação. Vou tentar escrever mais textos semanalmente, de modo não só a praticar a minha escrita dado que tenho exame nacional de Português este ano, mas também a actualizar este meu estimado espaço. O espaço onde ainda vou colocando alguns pensamentos minimamente valiosos nos tempos que correm. Fiquem atentos às próximas crónicas.
O fim definitivo do ciclo?
Maio de 2005. Este é um mês bonito. Costuma ser o mês em que eu ganho mais forças para estudar, o mesmo em que tenho mais ideias malucas não só pelo facto das férias se estarem a aproximar, mas também porque há sol, há luz. Na verdade, a luz tem um efeito realmente fantástico em mim. Para mim, a luz sempre foi o caminho, mesmo nos tempos mais escuros. Foi numa altura em que a luz começava novamente a reflectir nos espelhos partidos, nos espelhos que eu tinha partido, que surgiu a ideia de criar uma comunidade portuguesa de programadores. Uma feliz ideia, devo dizer.
Criei a comunidade e foi um sucesso, literalmente. Muita gente interessada em ajudar, muitos utilizadores para o fórum, muita gente a sorrir á minha ideia e ao trabalho que ia desenvolvendo. Em menos de um ano éramos mais de mil, tínhamos uma revista, um Centro de Downloads, mil e uma ideias, mil e um projectos. “Tudo realizável com mais trabalho, mais esforço”, pensávamos na altura. Era uma comunidade com um staff unido, difícil de dividir, onde os problemas eram facilmente resolvidos sem qualquer tipo de confusão. Era uma comunidade cujo nome se espalhava pelos mais variados fóruns nacionais, uma comunidade em expansão. Era luxo, era sucesso.
Durante uma tarde qualquer em que navegava pelo fórum deparei-me com um novo registo de um membro que falava de comunidades técnicas, liberdade de expressão, força de vontade. Tudo ideias atraentes. Era realmente fácil gostar dos textos daquele novo membro, era mesmo muito fácil ser apanhado nessa rede de engenharia social, vulgo termo na informática nos dias que correm.
Decidi convidá-lo para o staff do P@P. As suas ideias eram realmente fantásticas, os seus métodos pareciam totalmente profissionais, enfim, parecia ser uma pessoa decente e com grande capacidade de organização. Uma mais-valia para o fórum, certamente. Um homem que nos indicaria novos caminhos no sentido da eterna evolução.
O tempo foi passando e este novo membro era agora um membro muito influente no staff, não só pelas suas ideias fenomenais mas também pelos seus discursos megalómanos: criticava grandes líderes da História, falava do antigo Egipto como um exemplo a seguir, criticava as regras anti-pirataria, etc. Tinha um discurso fraco, mas escrevia bem em maiúsculas. No fim de cada frase colocava reticências e gostava de começar novas frases com letras minúsculas. Mas não deixava de ser um membro influente.
Chegou o dia em que as suas ideias começaram a parecer-me demasiado estúpidas para uma comunidade como a nossa. Chegou tambem o dia em que comecei a achar que as ideias não eram realmente suas. Chegou ainda o dia em que esse novo membro se decidiu intrometer de forma espantosa no destino do fórum, ameaçando acabar com a comunidade no caso de não fazermos o que bem queria. Chantagem, mentira, arrogância, tudo concentrado numa só pessoa. Cheguei á comunidade a saber alguma coisa sobre o ser humano, mas provavelmente sairei a saber muito mesmo com a experiência que tive com este membro. Como é possível alguém ser tão fraco humanamente? Mas o melhor é que este membro se considera um defensor dos direitos humanos, da liberdade, da anarquia… tal como Hitler se considerava, ou Estaline, ou G.W. Bush.
A verdade é que tentei lutar contra as imposições deste senhor por achar que não é o melhor para o fórum. É também verdade que o grande culpado da situação ter chegado ao que chegou sou eu, que lhe dei poder suficiente para se impor contra mim e contra as ideias que estão nos alicerces da comunidade. É ainda verdade que esta situação arrasta-se há mais de 6 meses, pelo que me considero oficialmente incapaz de resolver os problemas de forma correcta, através da palavra. Podia simplesmente expulsá-lo do staff, podia simplesmente fazer outra coisa qualquer, no entanto sou incapaz de fazer as coisas dessa forma, por uma questão ideológica e educacional.
Este é o meu atestado de incompetência perante a situação. De incompetência e de cansaço, pois esta luta desgasta-me numa coisa que não é prioritária. Já ameacei saír uma vez, quando as coisas não me agradaram minimamente e é graças ás coisas que tolerei nessa altura que actualmente o staff está a passar por toda esta crise. As minhas desculpas a todos os que um dia acreditaram que seria capaz de inverter a situação. Eu tentei, mas não consegui. Indicarei alguém capaz de o fazer. Isto se esse senhor não se demitir, porque a sua demissão é o que eu peço e o que todos pedimos! É impossível trabalhar num ambiente como o que se vive actualmente.
A escuridão do mês de Outubro – breve reflexão e análise
- E quê, tens escrito no teu outro blog? No outro sem ser o do HerzyaGang.. – perguntou-me hoje um colega na aula de matemática.
- Por acaso até tenho.Não tenho é publicado o que escrevo.
- Bom, eu só o costumo visitar quando o colocas no nick. Tens de começar a publicar mais uns textinhos, porque aquilo até tem a sua piada de se ler… – disse o meu colega, enquanto a professora mandava o Lages virar-se para a frente, já que me estava a tentar desapertar os cordões.
- É pa, piada?! Eu não costumo escrever por lá anedotas. – respondi em tom de desafio, enquanto revia um exercício que tinha feito mal. Raio de assímptotas!
- Não é isso. É que escreves bem e costumas escrever sobre informática, né? Então, gosto de ler a tua opinião sobre a actualidade, sobre as coisas que se vão sucedendo. – argumentou o tal colega que mantia uma conversa em sussurro enquanto a professora ameaçava o Lages que o punha lá fora, pela milésima vez.
- Ah. Sendo assim, vou ver se hoje escrevo qualquer coisa sobre a actualidade.
E assim começou a ideia de voltar a publicar o que escrevo. Não me estava a apetecer muito escrever em relação a uma certa e determinada notícia, pelo que optei por fazer uma abordagem ao que se sucedeu no mês transacto.
Outubro, o mês das castanhas. O mês do Magusto, mês do orçamento de Estado, mês do Halloween, mês em que o primeiro classificado da Superliga reforça o seu domínio. É um mês particularmente feio e longo: feio porque aparecem os testes de 12º ano e porque é folhas para cá, folhas para lá, ruas sujas de folhas caídas das árvores, mulheres vestidas com roupa Outono/Inverno (leia-se, mulheres começam a ficar todas tapadinhas, ao contrário do que acontece em Junho, Julho, Agosto e até Setembro); longo, simplesmente por ter todas estas características (longevidade psicológica) e por ter 31 dias.
Na área da informática, os avanços e as histórias são também longos. A Yahoo! disponibilizou o código-fonte das contas de e-mail á comunidade open source, um acto que foi muito comentado no início do mês e que se trata de mais um passo na abertura de conteúdos á comunidade. A Yahoo! junta assim o útil ao agradável: atrai uma comunidade mais técnica para o seu portal e faz concorrência de ideiais ao Google, lançando-se novamente nuam competição que ainda muito tem para dar. É, certamente, uma “novela” que não ficou por aqui.
O Departamento de Informática do IST arrecadou, também no início do mês, o Prémio Científico IBM 2005, desta vez para o professor Paulo Mateus pela sua tese “Análise de Sistemas de Prova de Conhecimento Nulo”, onde aborda a segurança dos sistemas de informação nas tecnologias e serviços habitualmente utilizados pelos cidadãos. Para mais informações, consultem esta thread.
Ainda no início do mês, surge publicamente a notícia de que a Universidade de Aveiro, através dos esforços da unidade de investigação Instituto de Engenharia Electrónica e Telemática de Aveiro, havia desenvolvido o Vital Jacket, um pré-produto que alia a tecnologia têxtil à micro-electrónica permitindo a monitorização de diversos pontos vitais do corpo do utilizador, tais como, os batimentos cardíacos, a temperatura, a saturação de oxigénio no sangue e a actividade física. Mais uma inovação assinada por portugueses que passou despercebida na comunicação social, mas que merece, sem qualquer dúvida uma forte divulgação pela comunidade técnica, geek, whatever.
A 11 de Outubro, o Governo e o instituto norte-americano MIT assinaram um acordo de parceria na área da gestão e engenharia, que envolve 7 universidades portuguesas.
Algo que merece tambem ficar registado.
Ainda em Outubro, surge uma notícia estrondosa no que diz respeito ao e-business e ao crescimento da informática enquanto negócio: o Google compra o Youtube, por um valor de 1,6 mil milhões de dólares (aproximadamente 1,3 mil milhões de euros). Para quem não sabe, o Youtube é um serviço de streaming de vídeos – caseiros na sua maioria- onde são descarregados cerca de 100 milhões de vídeos por dia. Na altura surgiram muitas críticas, mas a verdade é que o Google fechou um negócio que estava a ser pensado por todos os seus concorrentes.
Mesmo apesar de existir a possibilidade do Google ter de enfrentar alguns processos por causa dos direitos de autor, a empresa que actualmente domina o mercado de e-business conseguirá, concerteza, dar a volta á situação. Não me parece que venham a ter problemas com esse tipo de coisas e parece-me que as críticas que apareceram foram demasiado bem pagas (Yahoooooo!) para serem levadas a sério.
Por último e para completar esta breve análise do mês de Outubro, saíu a versão 2.0 do Mozilla Firefox. Podem fazer download do software aqui.
No mundo da informática, parece que o mês de Outubro não foi assim tão escuro.
Já falando a nível pessoal, o mês de Outubro foi marcado pela abundância de testes, pela necessidade de cada vez mais dedicação ao P@P, pela organização da festa de Halloween com o meu grupo de amigos (somos mais que as mães, pelo que a festa teve de ser muito bem pensada. Como sempre, para pensar, contaram com a boa vontade do Deathseeker). Apesar da festa não ser propriamente em minha casa, fui eu que tive de tratar dos pormenores mais complicados e esclarecer algumas arestas. Mas o resultado final doi muito agradável e foi uma grande festa. Um Halloween em grande, um Halloween á HerzyaGang. Um Halloween á moda de Lavra, mas festejado numa piscina em Perafita.
Existem outros motivos ainda para eu afirmar que este foi um mês negro, mas essas prefiro não revelar em público.
Um grande abraço a todos os leitores.
Windows Vista criará 100 mil novos empregos? Naaaa….
A navegar pelo P@P, deparo-me com esta notícia. Vou passar o conteúdo aqui para o blog, de modo a que os poucos leitores deste meu cantinho da opinião possam ler:
Segundo um estudo feito sobre o Windows Vista pela IDC, o novo sistema operativo da Microsoft poderá significar a criação de cerca de cem mil novos empregos nas áreas relacionadas com as tecnologias e isto já para o proximo ano de 2007.
Para além disto o estudo revela ainda que deverá render às empresas que irão comercializar os produtos e serviços cerca de 32 mil milhões de euros.
O estudo foi apresentado pela própria Microsoft e estão englobados seis paises, são eles : Alemanha, França, Polonia, Espanha, Reino Unido e Dinamarca.
A Microsoft espera que nestes paises sejam instaladas mais de 30 milhões de cópias do Windows Vista durante os primeiros 12 meses de comercialização do novo sistema operativo da Microsoft. As previsões por parte da Microsoft para o mundo inteiro ultrapassa as 100 milhões de instalações do Windows Vista.
Fonte: CDRWXP
Ora, cá está uma jogada muito inteligente da Microsoft. Como notei que isto seria muita fruta, decidi abrir uma investigação ligeira, que me ocupou por cerca de 10 minutos. Procurei por pistas no próprio texto, até que descobri a primeira: os países onde seriam criados os tais 100 mil empregos para além de serem países europeus, são quase todos países da União Europeia. Foi esta a pista para o resto do desenvolvimento. Decidi investigar outras fontes da notícia, mas não foi necessário porque o utilizador Rui Carlos do P@P teve o mesmo pensamento que eu e encontrou uma fonte que acrescentava mais alguma informação essencial e que resolvia esta questão:
Um estudo bancado pela Microsoft, divulgado hoje, afirma que o Vista pode movimentar US$ 40 bilhões em atividade econômica e criar 100 mil novos empregos em seis países europeus no próximo ano. Entretanto, a International Data Corporation (IDC), empresa autora do levantamento, informou que qualquer atraso no lançamento do produto pode reduzir pela metade o número de novos empregos.
A Microsoft pediu hoje novamente à Comissão Européia para detalhar as preocupações que pode ter sobre o novo sistema operacional Vista. “O lançamento do Vista continua seguindo o caminho. Entretanto, nós ainda não recebemos qualquer esclarecimento sobre as preocupações da Comissão Européia”, disse um porta-voz da gigante norte-americana.
A Comissão Européia, que está envolvida em uma longa batalha judicial relacionada a violações da legislação de defesa da concorrência pela Microsoft, fez um alerta para a empresa não prejudicar a competição no mercado de segurança de computadores ao tentar inserir novos recursos de segurança no Vista.
A comissão também afirmou na terça-feira que cabe à Microsoft, como empresa “quase monopolizadora”, assegurar que o novo sistema atenda às regras de proteção da concorrência do bloco de países europeus.
A Microsoft tem afirmado que espera que a comissão não exija a retirada de recursos de segurança do Vista na Europa. Em 2004, a Comissão Européia considerou a Microsoft como culpada de abuso de sua posição de domínio do mercado de softwares de mídia e servidores, e forçou a companhia a retirar o Windows Media Player do sistema operacional.
Fonte: http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI1139307-EI4801,00.html
Uma jogada interessante, sem qualquer dúvida. Uma tentativa exímia de pressionar a UE. Isto levou-me a pensar nas coisas de outra forma, nomeadamente em relação á atitude das empresas e até do governo norte-americano perante a vida: todos usam campanhas de marketing e estratégias de persuasão que levam o utilizador normal a pensar bem deles, quando, de facto, estão a tentar safar-se das perguntas mais difíceis e a pensar na próxima fase de lucro. Podíamos ficar aqui a divagar durante horas e horas sobre diversos acontecimentos controversos a que temos assistido nas últimas décadas por parte da administração norte-americana, no entanto julgo que não vale a pena perder esse tempo.
Todos os gigantes acabam por caír e como dizem alguns grandes amigos meus que medem pouco mais de 1,60 m:
Quanto maior se é, maior acabará por ser o tombo.
E eu espero cá estar para assistir ao “tombo” do gigante e á recuperação do gigante adormecido.
Criar documentação profissional com ferramentas em GNU/Linux
Quando desenvolvemos um software, pensamos obrigatoriamente em equipa-lo de documentação para que nada falte ao utilizador ou até mesmo a nós, programadores, em actualizações futuras.
Apesar de em GNU/Linux não termos importantes e conhecidas ferramentas de criação de documentação como o RoboHelp, WebWorks Publisher ou o FrameMaker, este ambiente é cada vez mais utilizado por escritores de material técnico. De seguida serão apresentadas algumas das mais importantes e mais utilizadas ferramentas de criação de documentação para GNU/Linux.
DocBook XML
O DocBook Project não é uma aplicação, mas é incondicionalmente a melhor ferramenta no que toca a criação de documentação em Linux. É uma variante de XML desenhada para criar manuais de software e hardware, dependendo do que queremos fazer. Com o DocBook podemos criar documentação em diferentes formatos, incluíndo PDF e PostScript (para impressão), HTML, HTML Help e JavaHelp. Podemos ainda criar documentos múltiplos com o mesmo conteúdo, mas orientados para diferentes utilizadores ou sistemas operativos distintos. Isto permite ao utilizador manter toda a informação num só ficheiro, em vez de ser em múltiplos documentos.
Já que os ficheiros do DocBook são em XML, podemos sempre editá-los em editores de texto ou de XML. Alguns escritores usam Emacs com os pacotes nXML ou psgmlx. Outros usam Vim, em conjunto com um ou dois scripts. Este tutorial explica como usar o Vim como um dos editores DocBook. Vex, um editor XMl baseado no Eclipse é outro excelente editor DocBook, assim como o XMLmind XML Editor, um editor WYSIWYG escrito em Java.
Para produzirmos um melhor e mais agradável design nos nossos documentos, aplicamos uma stylesheet baseada em XSL, que, ao passar por um processador XSL, este faz o trabalho de interpretar o código XSL. Assim, os nossos documentos passarão a ser mais agradáveis visualmente e, portanto, vamos contribuír para uma melhor imagem do utilizador em relação ao software e á sua documentação.
DITA
Nos ultimos anos, o Darwin Information Typing Architecture (DITA) tem ganho utilizadores ao DocBook. Este software tem uma caracterísitica diferente de todos os outros programas de criação de documentação: em vez de se basear na tradicional escrita capítulo a capítulo, o DITA estrutura a documentação por tópicos inidividuais que o utilizador pode combinar e re-usar em diferentes tipos de documentação e em diferentes formatos. Podemos usar o DITA para criar qualquer tipo de documentação, mas este tem uma certa apetência para criar conteúdo Web, ajuda online, computer-based training e FAQs.
Já que o DITA também é baseado em XML, podemos usar qualquer editor XML para criar e editar os documentos DITA. Muitos dos editores suportam DITA e correm em sistemas GNU/Linux.
Neste momento, a única forma de converter um documento DITA para outro formato em GNU/Linux é através do DITA Open Toolkit para Linux. O DITA Open Toolkit é fácil de usar e converte conteúdo DITA em conteúdo HTML, XHTML, PDF, ajuda Eclipse ou RTF.
Ajuda online
Nem toda a gente gosta de estar a fazer download de manuais para solucionar uma dúvida que tem em relação a um certo programa: muitos dos utilizadores preferem carregar F1 e obter logo ajuda. Embora as ferramentas em GNU/Linux não se possam ainda comparar ás mesmas em Windows, já existem algumas que fazem sucesso dentro e fora da comunidade e ajudam o utilizador a escrever ajuda online.
O QuickHelp, uma das mais populares em criação de ajuda online, é uma aplicação com vertente gráfica que ajuda os escritores de material técnico a escreverem tópicos de ajuda de forma simples. Esta aplicação permite-nos ainda juntar os tópicos a um sistema de ajuda profissional, que inclui navegação, index e até um pequeno motor de busca. O maior problema desta aplicação é que é paga para ser utilizada, ou seja, não é uma software livre.
JavaHelp é uma aplicação desenhada para fornecer ajuda online para software escrito em Java. É um sistema poderoso e flexível, e em GNU/Linux podemos encontrar montanhas de ferramentas de criação de sistemas JavaHelp. Como exemplos temos o JHelpDev e o JHelp Builder, que fornecem um ambiente gráfico no qual podemos criar tópicos de ajuda e todos os ficheiros de suporte necessários a um sistema JavaHelp. De salientar que o DocBook XML pode tambem produzir JavaHelp.
O HelpSetMaker é uma ferramenta gráfica de ajuda que produz ficheiros em HTML, em sistema JavaHelp, ou em LaTeX. O utilizador simplesmente escreve tópicos de ajuda na interface e pode adicionar imagens assim como hiperligações. O maior problema do HelpSetMaker é que a interface não é intuitiva o suficiente, em comparação com o resto das funcionalidades da ferramenta.
Se o utilizador precisar de criar ajuda para multiplos sistemas operativos, deve considerar a aplicação WebHelp. WebHelp é um bom método para criar ajuda online ou documentação no browser. O formato WebHelp foi popularizado com o programa Macromedia RoboHelp e está em alta no mundo de GNU/Linux.
Documentação do programador
Para programadores, criar documentação para código é um trabalho duro. Na verdade, é a mais difícil de todas as tarefas de documentação.
Mas para facilitar a tarefa do programador, existem ferramentas que fazem esse trabalho, e, portanto, geram documentação de código-fonte. Programas como o Doxygen, DOC++, ROBODoc e o NaturalDocs são ideiais para realizar esta árdua tarefa. Cada uma destas ferramentas cria documentação em diferentes formatos para diferentes linguagens, incluíndo C/C++, Perl, Java e IDL.
Apesar de fazerem uma parte da tarefa, estas ferramentas não fazem todo o trabalho. Os programadores têm de comentar o código que escrevem e precisam de adicionar exemplos e informação extra para que estas ferramentas organizem essa informação sob a forma de documentação de ajuda. Assim sendo, estas ferramentas facilitam o trabalho do programador, mas é sempre necessário dar informação suficiente ás mesmas para que elas façam aquilo para que estão programadas.
Outras ferramentas
Criar documentação não é só e apenas escrever. Criar documentação tambem envolve trabalho gráfico e com ilustrações, assim como capturar screenshots. Portanto, para conciliar todas estes factores paralelos com a criação de documentação vamos precisar de mais aplicações, entre elas algumas bem conhecidas.
Se precisarmos de editar imagens, o GIMP é a melhor ferramenta do ramo em GNU/Linux. Para além de ter o poder de editar imagens, este programa permite ainda tirar screenshots para dar exemplos na documentação. Outra aplicação a considerar é o Krita, o editor de imagem que faz parte da suite de aplicações KOffice.
Para ilustrações e flowcharts, algumas das melhores aplicações de GNU/Linux são o Sodipodi, Dia e Kivio. Todos eles contêm ferramentas poderosas que podem ser usadas para criar todo o tipo de diagramas. E cada uma delas pode exportar os diagramas criados para formatos mais conhecidos, como .jpeg,.gif,entre outros.
O software referido neste artigo só foca algumas das possibilidades inseridas no processo de criação de documentação em GNU/Linux. Existem centenas de aplicações criadas para este ramo que não foram aqui referidas, pelo que continuam a não ser tão utilizadas como estas. Talvez até existam aplicações bem melhores, quem sabe. É tudo uma questão de continuar a experimentar e a explorar…
Novas áreas de estudo
Mais de um mês depois de ter escrito o último post, decidi voltar a entrar aqui no blog e escrever um texto que explique o porquê desta ausência. Acontece que estive em fase de testes e sem grande paciência para o estudo da área que mais adoro (a informática), no entanto com a chegada do Verão o tempo livre abunda e a minha mente prospera, como tenho reparado com os ultimos verões.
Vou, então, apresentar quais as minhas próximas áreas de desenvolvimento e estudo:
- Desenvolvimento de um projecto relacionado com a comunidade Portugal-a-Programar, projecto esse que já planifiquei e já comecei a desenvolver. É algo que espero que não demore muito tempo até poder apresentar uma versão ao público e é algo que será muito útil aos programadores de todo o nosso país, espero.
- Desenvolvimento de dois websites: um para a rádio online que pretendo criar e outro website pessoal que nunca cheguei a criar.
- Desenvolvimento de um portal nacional de scores de overclocking. Este projecto é liderado por vários administradores e moderadores de vários foruns de renome nacional e estou integrado nessa vasta lista.
- Criação de uma rádio online dedicada ao estilo de música trance (um projecto muito pessoal, com objectivos a curto prazo).
- Criação de um blog exclusivo para pessoal que gosta de ouvir trance, blog que deverá ser actualizado diariamente com as músicas novas do momento.
- Estudo da área "Penetration Testing" (algo que já comecei a fazer), com integração do utilizador no BackTrack, uma distribuição Linux com uma montanha de ferramentas de remote exploiting, spoofing, remote scanning,etc.
Espero cumprir estas tarefas e apresentar alguns textos técnicos sobre as diversas áreas nos próximos meses. Pretendo tambem continuar a minha evolução na linguagem PHP e começar a abordar o Python de forma séria.
Está dada a explicação. Por agora tenho de ir estudar (e não vou aproveitar a praia deste radiante Domingo, devido aos estudos…) porque ainda tenho dois testes para a próxima semana (ultima semanita de aulas).
Programação com PHP 4.3 de Carlos Serrão e Joaquim Marques – análise
Programação com PHP 4.3 de Carlos Serrão e Joaquim Marques é um livro que aborda temas como a instalação do PHP 4.3 em diversas plataformas, explicações sobre conceitos PHP 4.3 e respectiva sintaxe, explicações sobre gestão de cookies e sessões, sistemas de comércio electrónico, segurança, desenvolvimento de aplicações com XML, truques e técnicas na utilização do PHP 4.3 e de algumas ferramentas associadas.
Escrito por Carlos Serrão e Joaquim Marques, ambos com mestrados na área da Gestão de Sistemas de Informação pelo ISCTE e com cargos na ADETTI em acções de Investigação e Desenvolvimento (I&D), este é um livro que tem como público alvo os jovens programadores que queiram aprender a programar em PHP, concentrando toda a acção á volta do desenvolvimento de um site dinâmico. O livro baseia-se essencialmente na demonstração de acções através de scripts acompanhados por uma explicação dos mesmos. Assim sendo, temos acesso a uma panóplia de scripts que o leitor pode adaptar consoante as suas necessidades.
O livro aborda temas importantes e comuns na programação de um site dinâmico como instruções SQL, armazenamento em bases de dados, armazenamento de dados e ficheiros XML, utilização de sessões ou de cookies, definição de permissões, ficheiros,entre outros. É, portanto, um livro muito completo, com um enorme número de scripts disponíveis, do qual o utilizador pode tirar todas as informações necessárias para desenvolver as suas primeiras aplicações em PHP.
É um livro recomendado a todos os novos programadores que se queiram iniciar em PHP e a estudantes universitários que abordem a linguagem, já que este tem uma vertente prática e oferece uma explicação sucinta dos conteúdos fulcrais da iniciação na mesma. O Portugal-a-Programar recomenda a leitura deste livro.
As minhas experiencias em Linux
Antes de acabar as aulas decidi que nas férias iria ter uma experiencia longa em Linux. Já tinha visto qualquer coisa de Ubuntu 5.04 e de MEPIS, mas não me tinha esforçado o suficiente para compreender como se faziam algumas das tarefas mais básicas. Comecei a trabalhar em Linux a partir do dia 17 de Dezembro de 2005 e termino hoje, dia 1 de Janeiro de 2006. Pelo caminho tive mesmo muitos obstáculos que me poderiam ter feito voltar a um ambiente Windows. Mas o meu objectivo era mesmo testar até que ponto um informático conseguia realmente viver sem Windows.
Comecei por instalar o Ubuntu Breezy 5.10, no qual ainda me encontro neste momento. Aliás, pode dizer-se que os posts que foram colocados neste blog entre o dia 17 e o dia 1 foram todos escritos em Linux. A meio das férias decidi ir até ao MEPIS, uma distribuição de Linux muito boa para iniciantes, segundo alguns artigos que tinha lido. Estive uns 3 ou 4 dias em MEPIS e voltei novamente ao Ubuntu, visto que foi a distro que mais me entusiasmou desde o início, quer pelo facto de ter uma documentação muito boa, muito específica e pelo facto de ter uma comunidade sempre pronta a dar uma ajuda em casos extremos. Já o MEPIS apesar de ter uma documentação boa e ter uma comunidade forte tambem, contem alguns problemas de incompatibilidade com algumas placas de rede, nomeadamente a minha. Acho que foi uma das razões pelas quais saí fora do MEPIS.
Dia 17 entrei em Ubuntu e os primeiros problemas que encontrei foi saber como modificar os repositórios da sources.list, de forma a que o tráfego que gastasse fosse nacional. Facilmente encontrei solução para isso. Depois quis perceber porque razão os utilizadores que experimentavam Ubuntu com modems USB como o SpeedTouch diziam que não podiam colocar a distribuição a funcionar com internet. Após uma breve pesquisa percebi realmente que todos esses utilizadores ou estão enganados sobre o que lêem ou o que lhes dizem, ou realmente ainda não quiseram por as mãos nesta maravilha.
Enquanto estava em Ubuntu, o meu irmão recebeu uma pendrive que servia de dispositivo bluetooth para o pc. Então eu quis realmente por a funcionar essa pendrive aqui em Linux, de modo a que pudesse fazer trocas de ficheiros entre o telemóvel e o PC .
Tambem tinha lido que o Linux podia realmente ser tão bom media center como o Windows. Eu não compreendia como, visto que nem sequer uma musica ou um video conseguia por a funcionar. Mas lá pesquisei mais uma vez e encontrei soluções para o meu problema. Eram codecs que faltavam. Mas mesmo assim não consegui colocar as minhas musicas ou os meus videos a funcionar. A razão era simples: não tinha acesso ás partições do Windows. Estava a ficar farto de pesquisar e de tentar encontrar soluções para o meu problema, quando uma alma caridosa no IRC do Portugal-a-Programar me fez referencia a uma palavra mágica no mundo do Linux: Fstab. Lá fiz mais umas pesquisas e fiquei a salvo. Era mais fácil do que eu pensara.
Posteriormente, resolvi o problema das drivers da minha placa gráfica NVIDIA GeForce FX 5200 128Mb (velhinha, mas ainda está aí para as curvas). Como sou administrador de uma comunidade, instalei tambem um programa de FTP bem conhecido, chamado gFTP.
Por fim, consegui por o aMule a funcionar com filtros nacionais. E aí decidi experimentar o MEPIS, já que pelas minhas pesquisas encontrei referencia a muitas outras distribuições e passei os olhos por muita documentação oficial de outras distros.
SimplyMEPIS, uma distribuição Debian-based na qual podem navegar pela Internet enquanto instalam. A distribuição vem com o ambiente gráfico KDE como pre-definido, logo, como é típico do KDE, trás algumas dezenas de ferramentas, poupando assim o trabalho ao utilizador de as instalar (ou dando demasiado trabalho ao utilizador para descobrir do que realmente se tratam aquelas ferramentas todas). A nível visual é muito aprazível, apesar de que os meus gostos pelo GNOME ou pelo KDE não se diferenciam. Gosto de ambos. Julgo que ambos têm as suas próprias características, cada uma com a sua utilidade e beleza. Já vi começarem guerras em muitos foruns por causa do eterno debate GNOME vs KDE.
A verdade é que se souberem trabalhar com Ubuntu sabem trabalhar com MEPIS e o mesmo acontece com todas as distribuições baseadas em Debian. Os maiores problemas com MEPIS são encontrar repositórios nacionais para o apt-get e o problema de incompatibilidade com algumas placas Ethernet. E foi pelo facto do MEPIS ter problemas com a minha placa de rede que decidi de imediato voltar ao Ubuntu, onde tenho passado os ultimos dias de férias.
Considero que foi uma aventura que me instruíu muito no mundo da informática. Alem de serem código-aberto, as distribuições que testei têm todas as funções do Windows. Qualquer utilizador que faça o mínimo de esforço se adapta a este sistema operativo. O que é preciso é mesmo dedicação e paciência, alem de tempo e disponibilidade para resolver os problemas. Outra das razões que me levou a experimentar Linux foi o facto de eu ter preferências por sistemas operativos código-aberto. E é uma pena a Microsoft não abrir uma pequena percentagem do código dos seus produtos, ou não lançar produtos no mercado que pudessem ser alterados por programadores. Por outro lado é compreensível, já que a empresa é líder no mercado de sistemas operativos, apesar de apresentar um decréscimo nos ultimos anos face a alternativas como os sistemas Linux ou MAC OSX. Alem de que a Microsoft tem enfrentado todas as empresas de todos os outros sectores dentro da área da informática (segurança, base de dados, linguagens de programação) com o objectivo de aumentar o monopólio. Mas acontece que quanto mais tentam conquistar, mais são conquistadas. E já esteve mais longe da Microsoft apresentar soluções open-source, ou de abrir o códig-fonte de programas e aplicações mais antigas. Seria uma evolução muito boa se tal acontecesse. Eu acredito mesmo que um dia mais tarde a Microsoft se vai abrir ao mercado open-source. Mas talvez não passe de mais uma convicção pessoal.
Mas já estou a fugir ao assunto. Tenho alguns planos quanto a sistemas operativos a experimentar em tempos próximos. Tenho uma certa curiosidade pelo SUSE, pelo Fedora, pelo Gentoo e, principalmente, pelo OpenSolaris da Sun Microsystems. Mas isso já implicará novas leituras, algumas horas perdidas e muita vontade de trabalhar na área, facto que será reduzido com o recomeçar das aulas.
E porque é que tu não experimentas uma distribuição de Linux como o Ubuntu? Qual é afinal o grande medo? Será preguiça? Cá fica o desafio: se não souberes o que fazer para aprenderes mais alguma coisa na área dos sistemas operativos e tiveres vontade e motivação moral para o fazer, então faz o download do Ubuntu e começa já a trabalhar. Não é difícil, não dá assim tanto trabalho e faz com que o utilizador reaja com um auto-valorização no que toca ao seu lado informático. E todos nós temos um lado informático. Mas isso já é a minha vertente de Psicologia a falar por mim…
Blog aberto a partir de hoje
Estava a fazer uma pesquisa acerca de bibliotecas gráficas em C, quando vi um link que direcionava para um site com um nome engraçado. Decidi clicar e fui redirecionado para um blog, precisamente aqui no WordPress. Então aí pensei em criar um. “Como administrador de uma comunidade, tenho fortes probabilidades de fazer com que leiam o que escrevo”, pensei.
E assim criei este blog, não com o intuito de o deixar por aqui abandonado, mas sim com o objectivo de ir colocando aqui as minhas ideias, as minhas descobertas, os meus projectos. Não será um blog direcionado para um publico geral, nem será daquelas blogs onde os meus colegas de turma vão, quase que obrigados, comentar. O tema será a informática, onde a programação terá grande destaque. Não me considero um grande programador até ao momento. Seria arrogância e ignorância pensar desse modo. A minha experiência na área resume-se a 5 meses de trabalho, e mais um par que foram destinados à minha introdução nessa área.
Comecei no Pascal, depois passei para a aprendizagem de C, e actualmente estou a aprender Python, PHP e MySQL e vou dando umas leituras no C# (‘C Sharp’ e não ‘C cardinal’ como muitos jovens programadores costumam dizer). Pelo meio, criei uma comunidade de programadores que vai crescendo dia-a-dia. Mas disso falarei mais tarde, noutro post e todos os leitores terão oportunidade de ler um pouco acerca das minhas ideias em relação a essa comunidade, das minhas intenções, daquilo que sonho aperfeiçoar.
Bem, e cá fica esta pequena introdução do redactor deste blog, que amanhã tem um teste de Filosofia e daqui a uma hora um jogo de hóquei importante…Mas isso já são outros temas…
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